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Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Você sabe qual é a participação do Brasil no programa Artemis?

Caro(a) Leitor(a),





Lançamento da missão Artemis II. Foto: NASA/Frank Michaux

País participa com ciência e tecnologia em agricultura espacial e pesquisa lunar, que integrarão as futuras missões espaciais que têm como um dos objetivos viabilizar a presença humana na Lua.

Amissão Artemis II marcou o início de uma nova etapa da exploração lunar e reposicionou a atuação internacional no setor espacial. A ação reacendeu o sonho antigo de retorno ao satélite da Terra e faz parte de um programa de longo prazo. Mas você sabe qual é o papel do Brasil nessa missão histórica? O País é parte signatária da iniciativa global desde 2021 por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Os acordos Artemis buscam viabilizar a presença humana sustentável na Lua, abrir caminho para futuras missões a Marte e impulsionar o desenvolvimento de tecnologias com aplicação tanto no espaço quanto na Terra.

A exploração espacial e o avanço da astronomia se tornaram parte prioritária de grande parte do planeta. Sem eles, não haveria serviços como GPS, previsão do tempo moderna e grande parte da infraestrutura de comunicação global. O acordo já foi assinado por 61 países e é estruturado como uma iniciativa internacional com diretrizes para a cooperação na exploração pacífica do espaço.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) estruturou, em parceria com instituições nacionais, iniciativas para a participação do País em futuras etapas do programa, abrindo um novo eixo de atuação científica e tecnológica. Duas delas já estão em andamento, o projeto Space Farming, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em parceria com a AEB, e o nanossatélite SelenITA, do Instituto Brasileiro de Aeronáutica (ITA), em parceria com a AEB e a Financiadora de Projetos (Finep). Tanto a AEB quanto a Finep são vinculados ao MCTI.

“A principal contribuição do Brasil no acordo Artemis é ciência de qualidade para agregar valor a essa iniciativa num marco de cooperação internacional”, afirma o diretor da AEB, Rodrigo Leonardi.

Alimentação lunar

Entre as iniciativas em desenvolvimento, está a Frente de Agricultura Espacial do Brasil, conduzida pela Embrapa em parceria com a AEB. A proposta busca desenvolver sistemas de produção de alimentos capazes de operar em condições extremas, como baixa gravidade, alta radiação e ausência de solo, com foco na viabilização da permanência humana em ambientes como a Lua.

As pesquisas são conduzidas no âmbito da Rede Space Farming Brazil, que reúne instituições nacionais e internacionais e atua no desenvolvimento de tecnologias adaptáveis tanto ao ambiente espacial quanto a cenários críticos na Terra. “É o cultivo de plantas fora da Terra, com o objetivo também de geração de tecnologias e produtos a serem utilizados no nosso planeta em benefício da sociedade”, explica a coordenadora da rede, Alessandra Fávero.

A iniciativa tem como base o desenvolvimento de cultivos adaptados a condições adversas, com destaque para espécies como batata-doce e grão-de-bico, selecionadas por sua resiliência e potencial nutricional. Além disso, envolve o uso de tecnologias como sensores, automação e aprendizado de máquina, com foco em sistemas de produção mais eficientes no uso de água e energia.

Os avanços esperados não se restringem ao ambiente espacial. As soluções desenvolvidas podem ser aplicadas em contextos terrestres, especialmente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas, como a produção de alimentos em ambientes urbanos, regiões com escassez hídrica e áreas vulneráveis a eventos extremos. “Espera-se avanços tecnológicos no cultivo em ambiente fechado, com economia no uso de água e energia, o que pode ser aplicado tanto na Terra quanto no espaço”, destaca a pesquisadora.

SelenITA

Outra frente de atuação brasileira é o desenvolvimento do nanossatélite SelenITA, projeto conduzido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de investigação do ambiente dinâmico da superfície da Lua e sua interação com o espaço ao redor.

A missão tem como foco a caracterização de fenômenos como o comportamento do plasma, a movimentação da poeira lunar e suas interações elétricas, além de aspectos relacionados à geologia e à estrutura interna do satélite natural.

Com cerca de 30 quilos e arquitetura do tipo 16U — formada por módulos cúbicos de 10 centímetros —, o satélite foi projetado para operar em órbita lunar e gerar dados sobre variações entre o dia e a noite na Lua, incluindo condições que representam riscos para equipamentos e futuras missões tripuladas.

“O Brasil está inserido no seleto grupo de países que vai investigar a Lua com o Programa Artemis, participando com a contribuição de nossos pesquisadores no mais importante empreendimento científico do século XXI, a exploração e ocupação da Lua”, afirma o gerente da missão, Luís Loures.

Do ponto de vista científico, os objetivos do SelenITA estão alinhados a frentes estratégicas do programa Artemis, como o estudo de processos planetários — que busca compreender a composição interna e os campos magnéticos da Lua —, os ciclos de poeira e voláteis na superfície lunar e a mitigação de riscos associados à exploração, especialmente aqueles relacionados à radiação e à carga elétrica do ambiente.

O projeto encontra-se em fase de Revisão Preliminar de Projeto (Preliminary Design Review – PDR), etapa que avalia a viabilidade técnica da missão e consolida os principais sistemas do satélite. Entre os próximos passos estão o fortalecimento de parcerias internacionais e industriais e a negociação, conduzida pela Agência Espacial Brasileira (AEB), para viabilizar o transporte do equipamento até a órbita lunar.

A iniciativa também tem papel estratégico na formação de recursos humanos e no fortalecimento da base tecnológica nacional. O projeto envolve a formação de estudantes em nível de pós-graduação, com treinamento prático no desenvolvimento de sistemas espaciais, e contribui para a inserção do Brasil em cadeias de alta complexidade tecnológica associadas à exploração espacial.

Além dos projetos em desenvolvimento, a participação no programa Artemis abre novas perspectivas para o setor espacial brasileiro. Segundo a AEB, a iniciativa representa uma oportunidade de consolidar a inserção do País em atividades de exploração espacial, ampliando o escopo do Programa Espacial Brasileiro. “A principal oportunidade é incluir, de forma contínua, no Programa Espacial Brasileiro, atividades de exploração espacial”, afirma Leonardi.

Nesse contexto, a cooperação internacional é apontada como elemento central para viabilizar o avanço das iniciativas brasileiras, tanto pela complexidade técnica quanto pelos custos envolvidos em missões desse tipo. Ao mesmo tempo, o desenvolvimento dessas capacidades tende a gerar impactos em outras áreas estratégicas. “Esses desafios vão nos permitir desenvolver novas tecnologias e soluções, com potencial de aplicação também aqui na Terra”, completa o representante da AEB.

Artemis

A Artemis II foi a primeira missão tripulada do programa e teve como objetivo voar ao redor da Lua, sem pouso, para testar sistemas essenciais de navegação, comunicação e suporte à vida em ambiente de espaço profundo. A operação utilizou o foguete Space Launch System (SLS) para o lançamento e a cápsula Orion para o transporte da tripulação. Além da Nasa, o programa conta com contribuições de parceiros internacionais, como a Agência Espacial Europeia, responsável pelo módulo de serviço da Orion, entre outras agências envolvidas em diferentes frentes tecnológicas e científicas. A missão retornou com sucesso à Terra em 11 de março.

Os quatro astronautas voltaram saudáveis e em segurança. A amerissagem (pouso no mar) da cápsula Orion ocorreu no Oceano Pacífico, próximo à Califórnia, depois de uma jornada que durou dez dias ao redor da Lua.

Com informações da ASCOM MCTI









Artemis. Foto: MCTI.

Sobre a AEB

A Agência Espacial Brasileira (AEB), órgão central do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), é uma autarquia pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), responsável por formular, coordenar e executar a Política Espacial Brasileira.

Desde a sua criação, em 10 de fevereiro de 1994, a Agência trabalha para viabilizar os esforços do Estado Brasileiro na promoção do bem-estar da sociedade, por meio do emprego soberano do setor espacial.

 Categoria

Ciência e Tecnologia


Para saber mais, acesse o link>

Créditos / Fonte: Agência Espacial Brasileira  (AEB) /   Publicada 24/04/2026

https://www.gov.br/aeb/pt-br/assuntos/noticias/voce-sabe-qual-e-a-participacao-do-brasil-no-programa-artemis

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science AcademyHélio R.M.Cabral (Economista, Escritor e Divulgador de conteúdos de EconomiaAstronomiaAstrofísicaAstrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras. 

Page: http://econo-economia.blogspot.com

Page: http://pesqciencias.blogspot.com.br
Page: http://livroseducacionais.blogspot.com.br
e-mail: heliocabral@econo.ecn.br
e-mail: heliocabral@coseno.com.br
e-mail: cabralhelio@hotmail.com
 



segunda-feira, 20 de abril de 2026

Educação Básica - Brasil atingiu maior percentual de estudantes em tempo integral

Caro(a) Leitor(a),

Dados do Censo Escolar 2025 destacam que matrículas em tempo integral cresceram em todas as etapas da educação básica, com 25,8%, atingindo a Meta 6 do PNE. Distorção idade-série na rede pública também reduziu.

Censo Escolar mostra que a educação brasileira conquistou avanços significativos em 2025, com o maior percentual de estudantes em tempo integral em todas as etapas da educação básica dos últimos quatro anos. De acordo com a pesquisa estatística, o percentual de matrículas presenciais em tempo integral cresceu 10,7 pontos percentuais (p.p.) na rede pública de ensino durante o período de 2021 a 2025, passando de 15,1% para 25,8%. Com esse resultado, o Brasil atingiu a Meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014-2024, que prevê atender pelo menos 25% dos alunos da educação básica da rede pública em tempo integral. No ensino médio, o aumento também foi expressivo, passando de 16,7%, em 2022, para 26,8%, em 2025.   

De acordo com o ministro da Educação, Camilo Santana, os dados destacam o resultado do investimento do Ministério da Educação (MEC) no programa Escola em Tempo Integral, criado em 2023, para apoiar redes de ensino na expansão de matrículas em tempo integral (igual ou superior a 7 horas diárias ou 35 horas semanais) em todas as etapas e modalidades da educação básica.   

“Pela primeira vez na história, chegamos a esse número tão expressivo e importante para a nossa educação”, afirmou o ministro da Educação, Camilo Santana. “Essa gestão adotou como estratégia promover e estimular a educação em tempo integral. Neste período, foram investidos R$ 4 bilhões para essa modalidade de ensino, com o objetivo de ampliar a oferta, melhorar as infraestruturas e atender ao maior número de alunos possível com qualidade e equidade. Nós ultrapassamos a meta estabelecida e vamos continuar fortalecendo esta política”. 

Para saber mais, acesse o link>

Créditos / Fonte: /  Ministério da Eduicação   /   Publicada 26/02/2026

https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/fevereiro/brasil-atingiu-maior-percentual-de-estudantes-em-tempo-integral

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras. 

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Com mais de 2.063.689 habitantes, essa super cidade brasileira cresceu isolada no meio do nada

Caro(a) Leitor(a),








Manaus, a capital do Amazonas // Créditos: depositphotos.com / CreativeDesignNacional

Localizada no centro da maior floresta tropical do planeta, a Floresta AmazônicaManaus é a capital do Amazonas e ocupa a posição de sétima cidade mais populosa do Brasil. Conhecida internacionalmente como a “Paris dos Trópicos”, a metrópole se desenvolveu sem possuir uma conexão rodoviária direta com o restante do país, construindo uma identidade singular que mescla a opulência do Ciclo da Borracha com a força econômica da Zona Franca de Manaus e a grandiosidade da natureza.

Por que Manaus é uma metrópole isolada no coração da Amazônia?

Diferentemente de outras capitais brasileiras, Manaus não conta com uma ligação por estradas pavimentadas que a conecte ao centro-sul do país, o que a compeliu a se estabelecer como um polo autossuficiente. Esse isolamento geográfico, no entanto, não constituiu um obstáculo para o seu crescimento. Inicialmente, a riqueza proveniente da exploração do látex no século XIX financiou a edificação de obras monumentais, como o Teatro Amazonas. Posteriormente, a implantação da Zona Franca de Manaus converteu a cidade em um polo industrial e tecnológico que movimenta valores na casa dos bilhões de reais anualmente. A cidade também foi uma das sedes das reuniões do G20, recebendo eventos de grande relevância no cenário internacional.

Na atualidade, esse legado convive de forma harmônica com as facilidades de um grande centro urbano, sem que haja, contudo, uma perda das tradições dos povos originários ou da íntima relação com os rios. A capital amazonense constitui um exemplo raro de como é viável conciliar o progresso econômico com a preservação de uma das áreas de maior biodiversidade do planeta.

Como é a rotina entre o rio e o concreto em Manaus?

Viver em Manaus significa estar imerso em uma cultura que valoriza a herança ancestral indígena, ao mesmo tempo em que se usufrui da infraestrutura disponível em uma metrópole. O cotidiano do manauara é profundamente influenciado pelos rios, que servem tanto como vias de transporte quanto como espaços de lazer nos finais de semana, com suas conhecidas praias de água doce. A culinária regional merece destaque especial, caracterizada pelo consumo frequente de peixes como o tambaqui e pela utilização de ingredientes nativos como o tucupi e o açaí.

A cidade proporciona uma experiência sensorial de grande intensidade, marcada pelo calor constante e pela presença perene da natureza, que se manifesta em parques e áreas de preservação. Os bairros mesclam a agitação típica da zona urbana com a tranquilidade de extensas áreas verdes, configurando um estilo de vida diferenciado que atrai um número crescente de visitantes e novos residentes em busca de aventura e de uma melhor qualidade de vida

Qual o tamanho da população e a força do ensino superior?

O município possui 2.063.689 habitantes, conforme o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo a capital mais populosa da Região Norte do país. A densidade demográfica atinge 181,01 habitantes por quilômetro quadrado, concentrando a maior parcela da população estadual. No campo da educação superior, a cidade é uma referência, abrigando instituições públicas de renome que ofertam dezenas de cursos de graduação e desenvolvem pesquisas científicas focadas na biodiversidade local.

As principais são a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), responsáveis pela formação de profissionais altamente qualificados e pelo fomento à ciência e tecnologia na região. A presença dessas instituições assegura um ambiente acadêmico dinâmico e gera oportunidades para aqueles que buscam uma formação de excelência.









Manaus, a capital do Amazonas // Créditos: depositphotos.com / Saaaaa

Quais atrações unem a história da borracha e a floresta?

O turismo em Manaus oferece uma dualidade fascinante entre a arquitetura europeia preservada e as experiências de imersão na biodiversidade amazônica. O visitante pode transitar do luxo dos teatros antigos para trilhas na mata primária em poucos minutos. A Prefeitura de Manaus destaca os principais pontos para compreender a identidade manauara:

  • Teatro Amazonas: símbolo maior do Ciclo da Borracha, inaugurado em 1896 com cúpula colorida e interior de mármore europeu, localizado no Largo São Sebastião.
  • Encontro das Águas: fenômeno natural onde o Rio Negro e o Rio Solimões correm lado a lado sem se misturar por quilômetros.
  • Mercado Municipal Adolpho Lisboa: construção em estilo Art Nouveau inspirada no mercado Les Halles de Paris, com produtos típicos e artesanato.
  • Museu da Amazônia (MUSA): jardim botânico com torre de observação de 42 metros acima da copa das árvores.
  • Praia da Ponta Negra: orla urbanizada às margens do Rio Negro, ideal para contemplar o pôr do sol amazônico.
  • Arena da Amazônia: estádio sustentável com formato de cesto indígena, legado da Copa do Mundo de 2014.
  • Palacete Provincial: prédio centenário que abriga cinco museus, incluindo a Pinacoteca do Estado e o Museu de Arqueologia.

Quem planeja viajar para o Amazonas, vai curtir esse vídeo especialmente selecionado do canal Vamos Fugir Blog, que conta com mais de 230 mil inscritos, onde Lígia e Ulisses mostram um roteiro completo por Manaus:

Como chegar em Manaus?

O principal meio de acesso à cidade é o Aeroporto Internacional de Manaus (Eduardo Gomes) , que recebe voos diários provenientes das principais capitais brasileiras, bem como de algumas cidades do exterior. Em virtude de seu isolamento geográfico, não há a opção de se chegar por via rodoviária a partir de outras regiões do país. A alternativa existente consiste no transporte de veículos por meio de balsas fluviais, uma opção consideravelmente mais demorada e utilizada predominantemente para o escoamento de cargas.

Uma vez na cidade, o deslocamento urbano pode ser realizado por táxis, aplicativos de transporte e linhas de ônibus. Para explorar as atrações localizadas nos rios, como o Encontro das Águas e o Arquipélago de Anavilhanas, faz-se necessária a contratação de passeios de barco com agências de turismo especializadas.









Manaus, a capital do Amazonas // Créditos: depositphotos.com / Saaaaa

Por que conhecer a Paris dos Trópicos?

Optar por visitar Manaus é escolher uma experiência singular, na qual a imponência da selva se encontra com a sofisticação urbana e a história se revela em diversos pontos da cidade. A capital amazonense oferece uma rara combinação de elementos culturais, naturais e de aventura, sendo um destino ideal para quem busca lugares autênticos.

Vale a pena conhecer de perto a energia singular que emana da convivência entre a selva e o progresso em Manaus.


Para saber mais, acesse o link>

Créditos / Fonte: BM&CNews /   Por Vitor Em Cidades /  Publicação 15/04/2026

https://bmcnews.com.br/cidades/com-mais-de-2-063-689-habitantes-essa-super-cidade-brasileira-cresceu-isolada-no-meio-do-nada/

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias AmazonBook Mundo e outras. 

Conhecendo o Sol e outras Estrelas

https://clubedeautores.com.br/book/501581--Conhecendo_a_Energia_Produzida_no_Sol

Moderno Dicionário de Economia - Vol.1

https://www.clubedeautores.com.br/ptbr/book/285332--Moderno_Dicionario_de_Economia

Moderno Dicionário de Economia - Vol.2

https://www.clubedeautores.com.br/ptbr/book/285443--Moderno_Dicionario_de_Economia

Conhecendo a Energia produzida no Sol

http://www.smashwords.com/books/view/1177313

Petróleo e Gás Natural

https://ler.amazon.com.br/kp/embed?linkCode=kpe&ref_=cm_sw_r_kb_dp_SH.HCbHCJ8M46&asin=B07PLN7J4P&tag=kp014-20&amazonDeviceType=A2CLFWBIMVSE9N&from=Bookcard&preview=newtab

A Trajetória da Crise Financeira Internacional na Era da Globalização

https://ler.amazon.com.br/kp/embed?linkCode=kpe&ref_=cm_sw_r_kb_dp_NtXDCbMZBWD6B&asin=B07P3H7XGJ&tag=kp014-20&amazonDeviceType=A2CLFWBIMVSE9N&from=Bookcard&preview=newtab


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