Quem sou eu

Minha foto
Sou economista, escritor e divulgador de conteúdos sobre economia, pesquisas científicas em geral e Economia Espacial, a nova fronteira do capital

Botão Google Seguir

Botão Google Mais

Botão facebook

Botão Twitter Seguir

Botão Twitter Compartilhar

Seguidores

Translate

Total de visualizações de página

Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

domingo, 13 de setembro de 2026

A defesa do papel: livros versus leitores digitais

Caro(a) Leitor(a)

Pontos principais

Pesquisas sugerem que a compreensão é de seis a oito vezes melhor com livros físicos do que com leitores eletrônicos.

Os livros físicos ajudam os leitores a absorver e recordar o conteúdo de forma mais eficaz.

Virar as páginas enquanto lemos cria um "índice" no cérebro, mapeando o que lemos visualmente para uma página específica.

Pesquisas mostram que, apesar da prevalência da tecnologia, a maioria das pessoas ainda prefere livros impressos a leitores eletrônicos.

As telas estão substituindo o papel em praticamente todos os aspectos da comunicação, mas será que isso faz bem para a nossa saúde mental? Pesquisas comprovam os inúmeros benefícios da leitura para a saúde mental , mas mesmo assim, a maioria das pessoas prefere passar tempo em frente às telas a pegar um livro quando se trata de entretenimento.

Até mesmo nas escolas, os tempos de comprar aquelas capas elásticas para os livros didáticos pesados ​​ficaram para trás; as modalidades digitais de aprendizagem estão ganhando prioridade, aliviando as mochilas, mas sobrecarregando as mentes jovens com o desafio de se manterem concentradas em meio a um mar de distrações digitais. Ler pequenos trechos nas redes sociais enquanto navegamos não só inibe nossa capacidade de atenção , tornando livros longos mais difíceis de digerir para nossos cérebros viciados em dopamina , como também, muitas vezes, dilui a linguagem, usando um estilo mais informal e coloquial que oferece muito menos exposição a um vocabulário e conceitos ricos e estimulantes para o cérebro.

Pesquisas sugerem que a compreensão é de seis a oito vezes melhor com livros físicos do que com leitores digitais (Altamura, L., Vargas, C., & Salmerón, L., 2023). Embora muitas pessoas considerem que conseguem ler mais rápido em um dispositivo eletrônico, as distrações, como a navegação em redes sociais, anúncios e notificações de e-mail, frequentemente prejudicam a retenção da memória . Os livros físicos proporcionam uma experiência imersiva, resultando em leitores que absorvem e recordam o conteúdo com mais eficácia.

Segurar o peso de um livro na mão, virar as páginas e até mesmo destacar as passagens favoritas são experiências corporais. De fato, segundo pesquisadores, virar as páginas enquanto lemos cria um "índice" no cérebro, mapeando visualmente o que lemos para uma página específica (Rothkopf, Ernst Z., 1971). Isso contribui para que o cérebro retenha melhor as informações quando lidas em um livro físico.

Desde a forma como posicionamos o corpo ao segurar um livro até a maneira como a cabeça e os olhos se ajustam para percorrer as páginas à medida que viram, existem diferenças marcantes na forma como nossos corpos vivenciam a leitura de um bom e velho livro impresso. “Os livros impressos e o substrato do papel conferem uma fisicalidade óbvia aos textos individuais, enquanto os e-books não são volumes tangíveis e são tocados, segurados, transportados e navegados de maneira diferente”, escreveram Mangen, A., e van der Weel, A. em “A evolução da leitura na era da digitalização: uma estrutura integrativa para a pesquisa em leitura” (2016, p. 116–124). “O feedback tátil de uma tela sensível ao toque é diferente do de um livro de papel, e as implicações de tais interações justificam investigações empíricas. Estudos em psicologia experimental e neurociência mostram que a manipulação de objetos fornece informações espaciais que são cruciais para a construção de representações mentais coerentes do objeto manipulado.”

Além de aprimorar a compreensão e proporcionar uma experiência imersiva e sensorial, a leitura de livros físicos oferece uma experiência social única que os leitores digitais não conseguem proporcionar. Seja folheando as prateleiras da livraria com uma xícara de café na mão, pedindo recomendações ao bibliotecário local ou compartilhando seu exemplar de um livro favorito com um amigo, interagir com outros amantes da leitura é um dos aspectos mais apreciados. Baixar livros para o seu leitor digital elimina essas oportunidades de conexão.

Talvez o mais notável seja a inegável preferência da maioria das pessoas pela leitura de livros impressos. Em um estudo, 92% dos estudantes relataram preferir livros impressos a e-books (Baron, NS, 2015). Há algo especial em segurar um livro nas mãos, admirar a arte da capa, até mesmo apreciar a forma como o marcador de páginas avança visualmente conforme as páginas são viradas.

Referências

Altamura, L., Vargas, C., & Salmerón, L. (2023). As novas formas de leitura compensam? Uma meta-análise sobre a relação entre hábitos de leitura digital no lazer e compreensão de textos. Review of Educational Research,

0(0). https://doi.org/10.3102/00346543231216463

Baron, NS (2015). Palavras na tela: O destino da leitura em um mundo digital. Oxford University Press.

Mangen, A., e van der Weel, A. (2016) A evolução da leitura na era da digitalização: uma estrutura integrativa para a pesquisa em leitura. Literacy, 50: 116–124. doi: 10.1111/lit.12086 .


Autora: Heather Rose Artushin MSW, LISW-CP

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos: Psychology Today /  Revisado por Monica Vilhauer, Ph.D. / Publicado 02/02/2024

https://www.psychologytoday.com/us/blog/well-read/202402/the-case-for-paper-books-vs-e-readers

 __________________________________

No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

__________________________________

Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

Page: https://econo-economia.blogspot.com

Page: https://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: https://livroseducacionais.blogspot.com.br

Page: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

sábado, 12 de setembro de 2026

MEC Livros organiza acervo com best-sellers e 26 categorias

Caro(a) Leitor(a)



Foto: Gilberto Evangelista/MEC

Biblioteca digital gratuita reúne desde clássicos da literatura a sucessos contemporâneos. Plataforma já soma 450 mil horas de leitura e cerca de 1,2 milhão de usuários cadastrados em todo o país.


V

oltada a estudantes, educadores, pesquisadores e leitores em geral, a biblioteca digital do Ministério da Educação (MEC Livros) oferece acesso público e 100% gratuito a um acervo de mais de 25 mil títulos. Todo o catálogo está estruturado em 26 categorias temáticas, pensadas para facilitar a navegação e atender aos mais diversos perfis de interesse, priorizando a representatividade cultural e a qualidade literária. Tendo isso em vista, o MEC Livros reúne desde grandes clássicos da literatura universal e biografias até sucessos contemporâneos do mercado editorial e títulos adicionados recentemente ao acervo.

A diretora de Apoio à Gestão Educacional da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC, Anita Stefani, assinala que a organização temática e a curadoria das obras garantem um espaço inclusivo e plural, uma vez que o MEC Livros soma um acervo de mais de 25 mil obras, de títulos diferentes, mas com uma diversidade muito grande, que agrada a vários públicos. Isso é possível devido a uma curadoria que prioriza aspectos de qualidade, diversidade de gêneros literários, de autores e de línguas, garantindo representatividade cultural para que diversos públicos possam se sentir atendidos.

Diversidade e destaques – A divisão em 26 categorias permite ao leitor explorar acervos específicos diretamente na página inicial do site ou no aplicativo. Entre seções e obras de grande circulação disponíveis na plataforma, destacam-se:

  • Clássicos: Romanceiro da Inconfidência (Cecília Meireles); As Meninas (Lygia Fagundes Telles); Crime e Castigo (Fiódor Dostoiévski); 1984 (George Orwell); e Odisseia (Homero).
  • Juvenil: A mágica Mortal (Raphael Montes); Turma da Mônica Jovem (Maurício de Sousa); Diário de Uma Garota Esquisita (Thalita Rebouças); e Sherlock Holmes - Um Estudo em Vermelho (Arthur Conan Doyle).
  • Biografia: Jorge Amado: uma biografia (Joselia Aguiar); Malala: a menina que queria ir para a escola (Adriana Carranca); O Educador: um perfil de Paulo Freire (Sergio Haddad); e Quem é Essa Mulher: uma biografia de Zuzu Angel (Virginia Siqueira Starling).
  • Aventura: Harry Potter (J. K. Rowling); Star Trek (A. C. Crispin); Viagem ao Centro da Terra (Julio Verne); Duna (Frank Herbert); e O Homem Bicentenário (Isaac Asimov).
  • Poesia: As Palavras Voam (Cecília Meireles); Melhores Poemas (Ferreira Gullar), Um Mundo em Poucas Linhas (Tamara Klink), Livro do Desassossego (Fernando Pessoa) e O Coração Amarelo (Pablo Neruda).

A plataforma conta ainda com obras de grande sucesso editorial, adicionadas recentemente, como: Verity (Colleen Hoover); A Psicologia Financeira (Morgan Housel); Hábitos Atômicos (James Clear); A Biblioteca da Meia-Noite (Matt Haig); Nunca Minta (Freida McFadden); O Massacre da Família Hope (Riley Sager); A Hora da Estrela – edição comemorativa (Clarice Lispector); Melhor que nos Filmes (Lynn Painter); Patinando no Amor (Lynn Painter); e Murdoku (Manuel Garand).

Vídeo: https://www.youtube.com/shorts/ffab5J6vJd4

Alta demanda de leitores – De acordo com o relatório de indicadores de uso da plataforma, atualizado em 7 de setembro de 2026, o MEC Livros atingiu a marca de 1.193.622 usuários cadastrados via conta Gov.br. Desses, 531.856 leitores já realizaram ao menos um empréstimo de livro, gerando um total de 797.497 empréstimos e 450,1 mil horas de leitura – o equivalente a mais de 51 anos de leitura ininterrupta.

Segundo Anita Stefani, a resposta do público superou as expectativas iniciais da equipe técnica, revelando um forte engajamento dos leitores com o ambiente digital. De fato, a primeira grande surpresa foi a demanda, uma vez que o MEC Livros foi muito bem recebido e, em pouco tempo, somava mais de 1 milhão de usuários. O fato mais surpreendente foi a demanda de usuários, para que pudessem ser emprestados mais livros do que o sistema permite atualmente. De acordo com a pasta, isso demonstra que há leitores vorazes consumindo intensamente a plataforma.

Vale lembrar que, apesar do limite de empréstimos simultâneos ser de até dois livros por mês e por CPF, essa restrição aplica-se, exclusivamente, aos títulos que possuem direitos autorais vigentes. Por outro lado, os livros em domínio público são totalmente abertos e livres, de modo que o leitor pode realizar quantas leituras quiser ao longo do mês.

Ao todo, mais de 197 mil livros já foram lidos integralmente pelos usuários (com conclusão igual ou superior a 90% da obra). O ranking dos títulos mais lidos é liderado pelo romance nacional A Cabeça do Santo, de Socorro Acioli, com 11.253 conclusões, seguido por A Vegetariana, de Han Kang (6.870 leituras concluídas), A Metamorfose, de Franz Kafka (5.346), O Menino Que Quase Virou Cachorro (4.952) e Noites Brancas, de Fiódor Dostoiévski (4.795). Em volume total de empréstimos, A Cabeça do Santo também ocupa o primeiro lugar geral, com 38.242 retiradas virtuais.

Preferência e alcance regional – Os dados de monitoramento do Ministério da Educação apontam ainda que metade do tempo de leitura na plataforma (50%, correspondendo a 224,1 mil horas) ocorre por meio da interface web no navegador de internet. O aplicativo para o sistema Android é responsável por 38% das horas lidas (173,1 mil horas), acumulando 929.757 downloads oficiais na Google Play Store. Já o aplicativo para o sistema iOS (Apple) representa 12% do tempo total de leitura (54,5 mil horas).

Na distribuição geográfica por estados, São Paulo lidera o número de usuários (254.109 inscritos e 166.724 empréstimos), seguido pelo Rio de Janeiro (101.967 usuários), Minas Gerais (99.475), Bahia (70.309) e Ceará (61.584). Entre os leitores que informaram a faixa etária no cadastro, a maior concentração de usuários com empréstimos ativos está na faixa de 18 a 24 anos (26,8%) e de 25 a 34 anos (25,0%).

Passo a passo – O acesso às obras do MEC Livros é totalmente gratuito e necessita apenas do login unificado da conta Gov.br. Para utilizar o serviço, o leitor deve seguir as orientações abaixo:

  1. Acesse o site ou baixe o aplicativo: o MEC Livros está disponível nas lojas de celular (Google Play e App Store) e em navegadores de internet.
  2. Entre com a conta Gov.br: clique na opção "Entrar com Gov.br" e informe o CPF e a senha cadastrados.
  3. Escolha a obra: na página inicial, explore os títulos organizados nas 26 categorias e vitrines temáticas como "Em Alta", "Best-Sellers" e "Autores Clássicos".
  4. Pegue emprestado e leia: ao selecionar o livro desejado, o leitor pode conferir a sinopse na opção "Mais informações" e clicar no botão "Emprestar e Ler" para iniciar a leitura de forma imediata.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)

Categoria
Educação e Pesquisa

Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  MEC / Publicado 11/09/2026

https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/mec-livros-organiza-acervo-com-best-sellers-e-26-categorias

 __________________________________

No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

__________________________________

Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

Page: https://econo-economia.blogspot.com

Page: https://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: https://livroseducacionais.blogspot.com.br

Page: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Síntese Arte e Tecnologia na Coleção Itaú

Caro(a) Leitor(a)




A mostra Síntese – Arte e Tecnologia, exposição idealizada pelo Itaú Cultural (IC) com curadoria de Leno Veras, é composta por obras do acervo Coleção Itaú de Arte e Tecnologia.

Em um contexto marcado pela emergência climática e pela intensificação dos sistemas digitais, as obras expostas exploram diversos níveis de diálogo entre seres humanos, natureza e tecnologia, a fim de revelar outras possibilidades poéticas. 

A mostra aborda três conceitos:

HUMANIDADE

A exposição une culturas e ciências, gerando diálogo sobre desafios globais. Obras de arte, fruto de pesquisas, promovem soluções. Artistas e cientistas colaboram para repensar a convivência diante de desafios complexos. O projeto busca educar sobre interação entre humanos, máquinas e ambiente. É crucial repensar o significado de ser humano frente a complexidades sociais, ambientais e tecnológicas.

NATUREZA

A emergência climática é uma realidade global, e a colaboração entre arte e ciência surge como uma forma de enfrentar a crise. A dissociação entre esses campos diminui com a revolução tecnológica, criando oportunidades para encontros inovadores, especialmente na ecologia. Artistas exploram programação e inteligência artificial, enquanto cientistas se dedicam a aspectos históricos e culturais. A capacidade tecnológica contribui para integrar diferentes disciplinas na abordagem das crises atuais.

TECNOLOGIA

Desde o final do século XX, a tecnologia uniu áreas diversas, como ciência e arte. Precisamos entender que somos parte de sistemas complexos, conectados à natureza. Inovações devem preservar a integridade das formas de vida, caminhando para um novo milênio.

A exposição traz doze obras de artistas nacionais e internacionais. 

Aristas brasileiros: Eduardo Kac, Regina Silveira , Raquel Kogan , Rejane Cantoni e  Gilbertto Prado.

Artistas internacionais: 

Miguel Chevalier (México); Edmond Couchot (França); Michel Bret (França); Lab[au] (Grupo Coletivo Belga); Christa Sommerer (Áustria); Laurent Mignonneau (França); Leonel Moura  (Portugal); John McCormack (Austrália); Julio Plaza (Espanha)



Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  Museu do Amanhâ

https://museudoamanha.org.br/exposicoes/2351/sintese

 __________________________________

No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

__________________________________

Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

Page: https://econo-economia.blogspot.com

Page: https://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: https://livroseducacionais.blogspot.com.br

Page: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Com margem recorde, ouro reprecifica o pipeline de projetos brasileiro

 Caro(a) Leitor(a)



State Street ve US$ 5 mil a onça de volta ao radar em seis meses. Com os 10% mais caros da industria produzindo a US$ 2.500, o Brasil volta a mesa de investimento, tema do seminario Além das Oncas, em 22 de setembro.

A State Street Investment Management divulgou seu monitor mensal do ouro apontando agosto como um ponto de virada. O metal entrou no mês abaixo de US$ 4.100 por onça, tocou a faixa de US$ 4.650 a US$ 4.700 e terminou agosto perto de US$ 4.400, o equivalente a R$ 22,5 mil por onça, ou R$ 723 por grama, ao câmbio de R$ 5,11. A perda de ritmo na reta final veio do discurso de Jackson Hole do novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, classificado pela gestora como francamente duro.

Para a equipe liderada por Aakash Doshi, head de estratégia de ouro da casa, o saldo do mês é a consolidação de US$ 4.000 por onça (R$ 20,4 mil, ou R$ 657 por grama) como suporte mais firme e a volta de US$ 5.000 (R$ 25,6 mil por onça, ou R$ 821 por grama) ao horizonte dos próximos seis meses. Em entrevista à Kitco, o mesmo estrategista foi além e tratou a hipótese de US$ 10 mil a onça como questão de tempo, não de possibilidade, num ambiente de dívida soberana pressionada, argumentando que o chamado debasement trade nunca desapareceu e apenas hibernou enquanto juros em alta e dólar forte cobravam seu preço.

Os fluxos sustentam a tese. Os ETFs lastreados em ouro captaram US$ 17,1 bilhões em agosto (cerca de R$ 87 bilhões), levando o acumulado do ano a US$ 27,7 bilhões (R$ 142 bilhões), com US$ 7,7 bilhões vindos de fundos europeus e US$ 7,5 bilhões dos americanos, um alargamento geográfico que sucedeu o suporte asiático durante a correção de março a junho. Do lado físico, a China importou um recorde de 1.000 toneladas de ouro não monetário nos sete primeiros meses de 2026, alta de 78% sobre o mesmo período do ano anterior, mesmo com o preço local rodando cerca de 45% acima. Para a gestora, essa demanda de varejo, somada às compras de bancos centrais, funciona como amortecedor das oscilações do investimento ocidental via ETF.

O ano, porém, não foi linear. O spot chegou a tocar US$ 5.595 por onça em janeiro, segundo o World Gold Council, antes de recuar com a guerra no Irã e a reprecificação dos juros americanos. No segundo trimestre, o preço médio caiu 7,2% sobre o trimestre anterior, mas permaneceu bem acima de US$ 4.000. Mesmo com a correção, a média do primeiro semestre ficou perto de US$ 4.690 por onça, contra US$ 3.432 em 2025 e US$ 2.386 em 2024. Em seis anos, o preço médio praticamente triplicou.

Preço médio anual do ouro, em US$ por onçaBarras douradas: anos em que o preço superou o custo dos 10% mais caros da indústria01.0002.0003.0004.0005.000custo dos 10% mais caros: cerca de US$ 2.500/oz1.39320191.77020201.79920211.80120221.94320232.38620243.43220254.6902026*Médias anuais LBMA. *2026: média dos dois primeiros trimestres, calculada a partir dos dados de preço,custo e margem publicados pelo World Gold Council/Metals Focus.

Preço médio anual do ouro contra o custo dos 10% mais 

Preço médio anual do ouro contra o custo dos 10% mais caros da indústria. Fontes: LBMA e World Gold Council/Metals Focus.

Essa escala é o que reprecifica projetos, e a régua para medir isso é o custo. O custo total de sustentação da indústria, o AISC, subiu 16% em 12 meses e chegou a US$ 1.785 por onça no primeiro trimestre de 2026 (R$ 9,1 mil), no 28º trimestre consecutivo de alta na comparação anual. O principal vetor foi paradoxal: os próprios royalties, que subiram 85% em um ano e passaram de 6% do custo médio de uma operação, em 2021, para 12% agora, empurrados por regimes de alíquota móvel adotados em Gana, Burkina Faso e Mali, com percentuais que sobem conforme o preço do metal.

Ainda assim, o preço correu mais rápido que o custo. A margem média por onça bateu recorde em US$ 3.076 no primeiro trimestre (R$ 15,7 mil), alta de 134% em 12 meses. O número decisivo para quem avalia projeto novo, porém, é outro: mesmo os 10% de produtores com o custo mais alto do mundo registraram margem de US$ 2.363 por onça. Isso implica um custo de sustentação da ordem de US$ 2.500 por onça (R$ 12,8 mil) nessa faixa. Em outras palavras, operações que só se pagavam com o metal acima de US$ 2.500 estavam fora do jogo em toda a década passada e hoje operam com folga de quase US$ 2 mil por onça.

Como o preço da onça se reparte entre custo e margem, em US$AISC (custo total de sustentação) e margem por onça produzida01.0002.0003.0004.0005.0001.5391.315preço: 2.8541º tri. 2025produtor médio1.7853.076preço: 4.8611º tri. 2026produtor médio2.4982.363preço: 4.8611º tri. 2026os 10% mais caroscusto (AISC)margemWorld Gold Council/Metals Focus. O custo dos 10% mais caros écalculado a partir da margem dessa faixa divulgada pela entidade.

Repartição do preço da onça entre custo total de sustentação e margem. Fonte: World Gold Council/Metals Focus.

É exatamente aí que entra o Brasil. Depósitos de teor baixo, corpos profundos, projetos com logística cara ou com necessidade de planta própria, tudo aquilo que travava em estudo de pré-viabilidade quando o preço rodava entre US$ 1.800 e US$ 2.000, volta para a mesa. O Instituto Brasileiro de Mineração já capturou o movimento: a previsão de investimento das empresas na extração de ouro no quadriênio saltou de US$ 1,4 bilhão para US$ 2,1 bilhões (cerca de R$ 10,7 bilhões), alta de 39% e a maior revisão entre todos os bens minerais, atrás apenas de terras raras. Na ponta regulatória, os requerimentos de autorização de pesquisa mineral no país cresceram 81% do primeiro ao quarto trimestre de 2025, segundo a ANM.

O ponto de partida é modesto para o tamanho da geologia. O Brasil produziu 84 toneladas em 2024, o equivalente a 2% da extração global, e ocupa a 15ª posição no ranking mundial de produção. Em reservas, no entanto, são cerca de 2,4 mil toneladas, 4% do total mundial, o que coloca o país entre as dez maiores. O pipeline de projetos em desenvolvimento anunciados pelas companhias, que inclui Volta Grande, Cuiú-Cuiú, Castelo dos Sonhos e Água Azul no Pará, Matupá em Mato Grosso, Lavras do Sul no Rio Grande do Sul, Monte do Carmo no Tocantins, Gurupi no Maranhão e Onça do Pitangui em Minas Gerais, pode agregar de 15 a 20 toneladas por ano à produção nacional, sem contar iniciativas de menor porte ainda em análise inicial.

O que o pipeline pode acrescentar à produção brasileira de ouroEm toneladas por ano. Nove projetos em desenvolvimento somam de 15 a 20 t anuais02040608010012084 tprodução em 202499 a 104 tcom o pipeline implantadoProdução de 2024 (ANM/USGS). Potencial adicional a partir dos projetos anunciados pelas companhias:Volta Grande, Cuiú-Cuiú, Castelo dos Sonhos, Água Azul, Matupá, Lavras do Sul, Monte do Carmo,Gurupi e Onça do Pitangui.

Produção brasileira de ouro e potencial do pipeline de projetos. Fontes: ANM, USGS e projetos anunciados pelas companhias.

Parte disso já saiu do papel. A Aura Minerals colocou Borborema, em Currais Novos (RN), em operação em setembro de 2025, comprou a Mineração Serra Grande, em Crixás (GO), da AngloGold Ashanti por US$ 76 milhões mais 3% de royalties sobre lucros futuros, e trabalha para mais que dobrar o processamento de Almas, no Tocantins, de 1,3 milhão para 3 milhões de toneladas de minério por ano até o início de 2027. A companhia registrou 157.574 onças no primeiro semestre de 2026, o maior volume de primeiro semestre de sua história. A PA Gold, que já opera planta em Mato Grosso, desenvolve o Projeto Sertão, em Faina (GO), com meta de 150 mil onças anuais até 2032 e implantação prevista para 2029. E o mercado de ativos se moveu junto: a MVV foi vendida pela Appian à chinesa Baiyin Nonferrous Group por US$ 420 milhões.

O que o preço não resolve é o prazo. Entre a decisão de investimento e a primeira barra fundida há licenciamento, engenharia, capital e infraestrutura, e o setor mostrou disciplina justamente nessa conta. A produção global de ouro cresceu apenas 2% entre o terceiro trimestre de 2024 e o mesmo período de 2025, mesmo com um rali de 45% no preço no intervalo. A física ajuda a explicar: para obter os cerca de 6 gramas de uma aliança, é preciso movimentar pelo menos uma tonelada de rocha. O gargalo brasileiro, portanto, deixou de ser geológico ou de preço e passou a ser de execução e de estrutura de capital.

É esse o eixo do seminário “Além das Onças: presente e futuro dos projetos de ouro no Brasil”, que a Brasil Mineral realiza em 22 de setembro, a partir das 14h, no auditório do Mattos Filho, na Faria Lima, em São Paulo. Depois da edição de 2025, que discutiu se os projetos de ouro no Brasil eram um bom negócio, a agenda de 2026 se desloca da tese para a entrega, com foco em como transformar descobertas em minas, quem são os novos entrantes, como produzir de forma responsável e quais são os caminhos reais de capitalização.

Gilberto Azevedo abre o encontro com um panorama do mercado global de ouro e da posição brasileira. O primeiro painel, “Da prospecção à mina: viabilidade técnica e investimento”, moderado por Helcio Guerra, reúne João Luiz N. Carvalho (Geosol), Ediney Drummond (Hochschild), Walace Monteiro (MID Infraestrutura) e Fernando Zonatto (XP Investimentos). O segundo, “Novos players em ouro no Brasil”, sob moderação de Camilo Farace, traz Leonardo Guimarães Oliveira (PA Gold), Eduardo De Come (Ero Nova Xavantina), Edvaldo Amaral (Pan American) e Eduardo Leão (G Mining). O terceiro, “Ouro responsável e tendências para os próximos anos”, moderado por Adriano Trindade, coloca lado a lado Luís Lima (AngloGold), Isadora Machado e Castro (Integratio) e Filipe Coelho (Brink’s). O encerramento fica com um bate-bola com Antenor Firmino Silva, que implantou a Yamana no Brasil e hoje se dedica à South Atlantic Potash.

O seminário é uma realização da Brasil Mineral, com apoio de Mattos Filho, AP Consultoria e Frederico Bedran Advogados, e patrocínio master de MID Infraestrutura, SBF Engenharia, Core Case e Tracbel, patrocínio ouro de AngloGold Ashanti, PA Gold, Ero Brasil Nova Xavantina, Geosol e G Mining, e patrocínio prata de Brink’s, Metso e Fagundes. O evento é exclusivo para convidados, e profissionais interessados podem manifestar interesse pelo formulário em seminarioouro.brasilmineral.com.br.


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  Brasl Mineral / Publicação 09/09/2026

https://brasilmineral.com.br/noticias/com-margem-recorde-ouro-reprecifica-o-pipeline-de-projetos-brasileiro

 __________________________________

No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

__________________________________

Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

Astro Shop: https://www.astroshop.pt/affiliate/links?active_shop=4000

Astro Shop: https://www.omegon.eu/pt/?affiliate_id=HelioEcono

Amazon: https://link.amazon/B0boppSBQ

Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

Page: https://econo-economia.blogspot.com

Page: https://pesqciencias.blogspot.com.br

Page: https://livroseducacionais.blogspot.com.br

Page: https://newspaceeconomy.blogspot.com/