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quarta-feira, 9 de setembro de 2026

Castelo de Weobley / Castell Weble

Caro(a) Leitor(a)




História

O Castelo de Weobley é uma casa senhorial fortificada do século XIV, com vista para os pântanos salgados de Llanrhidian e o estuário de Loughor, no sudoeste do País de Gales.



A família de la Bere construiu o castelo no início do século XIV, servindo como administradores dos Senhores de Gower, notavelmente William de Braose. David de la Bere recebeu terras ao redor de Weobley de John Tuberville e começou a construir o castelo entre 1304 e 1327. Ele foi mencionado pela primeira vez em uma carta de 1306, e Adam de la Bere assinou uma escritura no castelo em 1318.

O primeiro castelo consistia no bloco principal, com a cozinha no piso inferior e uma torre com escada em espiral, as torres do sul e partes da muralha leste. O bloco solar, o portão oeste e a capela foram adicionados posteriormente.

Os de la Beres mantiveram o castelo até o século XV, quando este foi atacado e danificado durante a revolta de Owain Glyndŵr entre 1403 e 1406. John de la Bere pode ter sido morto durante os combates.

Perto do final do século XV, o Castelo de Weobley passou para Rhys ap Thomas, em reconhecimento ao seu apoio a Henrique Tudor na Batalha de Bosworth Field, em 1485. Ele acrescentou um bloco de dois andares como uma entrada mais imponente para o salão principal e os aposentos privados. Seu neto, Rhys ap Gruffudd, foi executado por traição em 1531, e o castelo retornou à Coroa sob o reinado de Henrique VIII.

Em 1560, o castelo foi vendido a William Herbert e passou por várias famílias, incluindo a família Mansel, antes de se tornar uma quinta arrendada, à medida que caía em ruínas.

No século XVII, o castelo estava em ruínas e uma nova casa de fazenda foi construída nas proximidades. A última proprietária privada, Emily Talbot, doou o castelo ao estado em 1911, e a CADW agora cuida dele.

Destaques do Castelo

O Castelo de Weobley se destaca na costa varrida pelos ventos da Península de Gower. Originalmente, o castelo foi concebido como uma imponente casa senhorial fortificada para receber convidados ilustres. No entanto, a torre de vigia, as muralhas ameias e a torre sudoeste, elevada à altura de uma muralha, deixavam clara sua função defensiva.

O castelo que sobreviveu inclui um pátio fechado com um portão, um salão e uma cozinha. Também estão presentes os restos de uma capela, um aposento solar ou privado e a ala leste, bem como uma sala de estar privativa.

Restaram vestígios suficientes para identificar lareiras, latrinas e indícios de alojamento para hóspedes.

O Castelo de Weobley é menor do que a maioria dos castelos e pode ser explorado em uma hora. Eu o combinaria com uma visita ao Castelo de Oystermouth para aproveitar um dia inteiro explorando castelos.




Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  Great Castles

https://www.great-castles.com/weobley.html

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No "New Space Economy" você vai acompanhar os conteúdos relacionados a Nova Economia Espacial, "a Space Economy". Editei este Blog movido por uma convicção simples: as decisões de negócios mais importantes da próxima década serão influenciadas, direta ou indiretamente, pelo que está acontecendo a 400 quilômetros acima de nossas cabeças. O espaço já é a infraestrutura crítica da economia global. A economia espacial moderna sustenta quase todos os pilares da vida moderna na Terra O New Space Economy  é o seu terminal de dados para o que acontece acima da nossa atmosfera, agora traduzido para o idioma dos negócios.  Acesse aqui: https://newspaceeconomy.blogspot.com/

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Web Science Academy; Hélio R.M.Cabral (Economista, Escritor eDivulgador de conteúdos de Economia, Astronomia, Astrofísica, Astrobiologia Climatologia). Participou do curso Astrofísica Geral no nível Georges Lemaître (EAD), concluído em 2020, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

>Autor de cinco livros, que estão sendo vendidos nas livrarias Amazon, Book Mundo e outras

Orion Book: https://www.orionbook.com.br/

The Space Store: https://thespacestore.com/?ref=mwoscsnr

Air Models: https://airmodels.net/?aff=HELIORICARDOMORAESCABRAL

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Shein:  https://br.shein.com/?aff_id=6450526705&invite_code=T2P8C

Mercado Livre: https://www.mercadolivre.com.br/social/hc20260704131057

Shopee: https://s.shopee.com.br/3g2Dq9CLaX

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terça-feira, 8 de setembro de 2026

Diagrama mostra as línguas mais faladas no mundo

Caro(a) Leitor(a)


Diagrama mostra as línguas mais faladas no mundo


O site WordTips publicou um diagrama com o ranking dos 100 idiomas mais falados do mundo. O número de falantes nativos de cada língua e a árvore de origem da qual cada uma se ramificou aparecem na ilustração que utilizou como fonte o site Ethnologue, cuja base é alimentada pela organização não governamental Sil, especialista em linguagem e cultura.
Segundo a publicação, o idioma mais falado no mundo, não é o mandarim, como você pode ter pensado. É o inglês. Mas sim, o mandarim é o idioma mais falado no mundo se levarmos em conta o número de falantes nativos. “Como primeira língua, cerca de 918 milhões de pessoas falam mandarim, com mais de 1,11 bilhão de falantes no mundo todo”, comenta acrescentando que o chinês mandarim tem uma grande variedade de dialetos, como o chinês padrão que é o idioma oficial do estado chinês e o dileto de Pequim. “30% da população do país [China] não falam mandarim”. No mapa mais abaixo, você pode acompanhar a ramificação da língua sino-tibetana e conferir a variedade de línguas chinesas, por exemplo, além dos demais idiomas do planeta.
Então vamos aos números!

Os 5 mais falados idiomas do mundo (pelo número de falantes):

1) Inglês: 1.132.366.680 total de falantes
2) Chinês Mandarim: 1.116.596.640 total de falantes
3) Hindi: 615.475.540 total de falantes
4) Espanhol: 534.335.730 total de falantes
5) Francês: 279.821.930 total de falantes

Os 5 mais falados idiomas do mundo (pelo número de falantes nativos):

1) Chinês mandarim: 917.868.640 falantes nativos
2) Espanhol: 460.093.030 falantes nativos
3) Inglês: 379.007.140 falantes nativos
4) Hindi: 341.208.640 falantes nativos
5) Bengali: 228.289.600 falantes nativos


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos: IPOL.ORG  / Publicado 04/09/2026

http://ipol.org.br/diagrama-mostra-as-linguas-mais-faladas-no-mundo/?fbclid=IwAR07LJMN6ONc-Q59HMijDAe-lWJLmpCMEa04xJVu8FWQtTc5Xsa-CcGEu-w

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Em outubro de 2014, ingressou no projeto S'Cool Ground Observation, que integra o Projeto CERES (Clouds and Earth’s Radiant Energy System) administrado pela NASA. Posteriormente, em setembro de 2016, passou a participar do The Globe Program / NASA Globe Cloud, um programa mundial de ciência e educação com foco no monitoramento do clima terrestre.

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domingo, 6 de setembro de 2026

Estudantes indígenas podem ingressar na pós-graduação com apoio da Capes

Caro(a) Leitor(a)



Foto: Divulgação/MEC

Relação de programas de mestrado e doutorado que aderiram ao Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena está disponível no portal da Capes. Ao todo, são ofertadas 325 bolsas.

Estudantes indígenas interessados em fazer mestrado ou doutorado podem consultar a lista de programas de pós-graduação (PPGs) participantes do Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena (PDAI). A relação está disponível no portal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e informa os programas que aderiram ao Edital nº 23/2026 e a quantidade de bolsas destinada a cada um. 

A lista permite identificar as oportunidades disponíveis em instituições de todas as regiões do país. O documento informa a instituição de educação superior; o nome do programa; o município e o estado onde está localizado; o e-mail para contato; e o número de bolsas. 

Ao todo, são 325 bolsas, sendo 214 para mestrado e 111 para doutorado. O edital previa inicialmente 300 bolsas. Outras 25 foram acrescentadas durante a distribuição, em razão de empates entre programas na última posição classificatória. 

A Capes incentiva, ainda, que os estudantes indígenas considerem, em seus processos de escolha e candidatura, também os PPGs participantes do PDAI que, neste momento, não foram contemplados com bolsas, uma vez que a participação desses programas permanece ativa no âmbito da iniciativa. 

Estudantes podem consultar as oportunidades – Nesta fase, estudantes indígenas podem verificar quais programas participam do PDAI. A consulta à relação ajuda o candidato a identificar as possibilidades de formação e os contatos dos programas de interesse. 

As bolsas estão distribuídas pelas cinco regiões. O Norte ficou com 135 bolsas; o Nordeste, com 95; o Centro-Oeste, com 48; o Sudeste, com 32; e o Sul, com 15. 

A distribuição considerou critérios previstos no Edital nº 23/2026, como a proporção da população indígena no município onde está localizado o programa, a nota do PPG na última avaliação quadrienal e o número de disciplinas com temática indígena. 

Todos os programas seguem no processo – A relação divulgada apresenta todos os PPGs que aderiram ao PDAI, inclusive aqueles que não receberam bolsa nesta etapa. Por isso, é importante que os programas participantes continuem acompanhando e cumprindo as próximas fases da seleção. 

A quantidade de bolsas poderá ser alterada ao longo da execução do edital. Eventuais bolsas não ocupadas poderão ser remanejadas, observados o volume de inscrições e as regras estabelecidas para o processo seletivo. Além disso, poderá haver eventual ampliação do número de bolsas, condicionada ao interesse institucional e à disponibilidade orçamentária. Nesse sentido, a Capes está buscando alternativas para ampliar as fontes de financiamento do PDAI, inclusive por meio de tratativas com Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs) e outros potenciais parceiros, com vistas à possível suplementação de recursos e à ampliação do número de bolsas disponíveis. 

Confira aqui a relação completa dos PPGs participantes e a quantidade de bolsas. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Capes 

Categoria
Educação e Pesquisa


Obrigado pela sua visita e volte sempre!

Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  MEC / Publicado 04/09/2026

https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/estudantes-indigenas-podem-ingressar-na-pos-graduacao-com-apoio-da-capes

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sábado, 5 de setembro de 2026

Nossa Biblioteca Digital - Universidade Federal de Santa Catarina

Caro(a) Leitor(a)





Nossa Biblioteca Digital é uma das poucas que é fonte primária e gratuita de documentos literários em versão integral. Trata-se de obras das literaturas dos países lusófonos, a partir das melhores edições disponíveis.

Além de obras digitalizadas, a BLPL mantém um catálogo com dados biobibliográficos dos escritores brasileiros e de outros países lusófonos; também estão disponíveis documentos do acervo pessoal de alguns escritores do Estado de Santa Catarina.


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Para saber mais, acesse o link, pois têm mais conteúdos para aprendizagem.

Fonte / Créditos:  Universidade Federal de Santa Catarina

https://literaturabrasileira.ufsc.br/?locale=pt_BR

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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Mapeando os depósitos, minas e projetos de terras raras do mundo.

 Caro(a) Leitor(a)





Os elementos de terras raras tornaram-se insumos essenciais para tecnologias de importância estratégica, mas sua produção está concentrada em um pequeno número de países. À medida que cresce a dependência de bens que contêm terras raras, também aumenta a vulnerabilidade a interrupções no fornecimento decorrentes de instabilidade social, econômica ou geopolítica no exterior. Mapear a localização desses recursos de terras raras assume maior importância do ponto de vista da segurança econômica e da competitividade nacional. Esta análise fornece um levantamento global detalhado dos depósitos de terras raras identificados e da localização das bases de reservas. Ao ilustrar a distribuição geográfica desigual das reservas subterrâneas de terras raras, busca-se oferecer informações sobre potenciais gargalos e desequilíbrios emergentes nas cadeias de suprimento de minerais críticos que sustentam inúmeras indústrias. À medida que a transição energética impulsiona ainda mais a demanda por elementos como neodímio, disprósio e praseodímio, a dependência de reservas estrangeiras aumentará correspondentemente. Isso revela as implicações estratégicas tanto para os países produtores quanto para os consumidores. Com as cadeias de suprimento globais de terras raras cada vez mais moldadas pela geopolítica, entender onde a riqueza em recursos está concentrada torna-se uma urgência ainda maior. A SFA (Oxford) mapeou as reservas e os recursos de terras raras com foco na manutenção do acesso diversificado e na gestão de riscos estratégicos em toda a cadeia de suprimentos, que conecta depósitos subterrâneos a aplicações tecnológicas na superfície e à competitividade econômica.
or

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Fonte / Créditos:  SFA-Oxford

https://www.sfa-oxford.com/rare-earths-and-minor-metals/rare-earth-deposits-global-mapping-supply-chain-risk/

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